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CRISTÃOS: Ovelhas ou cabritos?

novembro 27, 2008

A atitude de voluntários mostrada no vídeo acima, a ação de um dos nossos parceiros deste blog e outras de entidades não religiosas, inspiraram a postagem desta matéria. 

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Quais suas conclusões?

novembro 25, 2008

REESCREVENDO A HISTÓRIA ( A Saga do povo dileto de Deus )

novembro 21, 2008

2735047505_cc2b4181fd2 Apesar das dezenas de deuses da Babilônia, Suméria, Caldéia e outros povos, como se não bastasse, inventou-se um novo Deus, exclusivo para Abraão e seus descendentes, com a diferença de que o novo deus era pródigo em promessas unilaterais. Oferecia mais do que exigia, acenando a abraão com uma descendência como as areias do mar ou como as estrelas, no entanto as suas mulheres eram, quase sempre estéreis. 

Prometeu-lhe terras e riquezas, mas, na realidade, só deu a seus descendentes escravidão, pobreza e humilhações.8 anos na Mesopotâmia; 18 anos entre os moabitas; 20 anos entre os cananeus; 7 anos entre os midianitas; 18 anos entre os filisteus, depois, mais 40 anos; 70 anos na Babilônia. 

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Os evangelhos da igreja romana

novembro 18, 2008

Servimo-nos deste título por coerência, já que abordaremos nesta matéria como se deu a escolha dos Evangelhos e os critérios utilizados Igreja Romana.

NÃO EXISTE UM PROTO-EVANGELHO

Não há como localizar ou identificar o primeiro texto que daria origem aos demais, um Proto-Evangelho por assim dizer. O que havia nos primórdios da Era Cristã? Uma difusa tradição oral que pouco a pouco, foram sendo compiladas em material escrito. Não foi tomado nenhum livro-mestre como ponto de partida para se chegar ao que se conhece, e sim, muitos escritos, na sua maioria confusos de escasso valor literário, toscas até. Com o passar do tempo sofreram diversas modificações, foram ficando mais elaborados ao mesmo tempo em que sofriam censuras, manipulações e deformações para atender  aos interesses de uma ou outra seita ou figura. É importante que se diga que na época existiam mais de sessenta alfarrábios, segundo os historiadores, e foram reduzidos aos quatro evangelhos que compõem o Novo Testamento, além de serem inseridas as cartas de Paulo e outras. Todos os demais foram “descartados” e considerados Apócrifos pela Igreja Romana.

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Egocentrismo cristão.

novembro 17, 2008

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Por que os cristãos, de um modo geral, se “fecham” para as verdadeiras questões bíblicas? Vivem uma ilusão ao invés de viverem a realidade? Sobrepõem seus próprios interesses à cosmovisão hebreu-cristã?

Para se professar uma religião não basta somente a fé, como gostam de alardear os cristãos, e a utilizam como auto-defesa de seu desconhecimento histórico e teológico da sua própria religião. “Decorar” passagens bíblicas não é o suficiente para alcançar o “reino”, nem tampouco para levar a outros a palavra do evangelho. Mal conseguem se comunicar entre eles mesmos, quando se deparam com ateus ou agnósticos são totalmente desprovidos de uma argumentação produtiva, e se tornam repetitivos, enfadonhos, com frases feitas e infrutíferas que nada trazem de benefício a outrem. O que conseguem com isso? Nada, absolutamente nada. Talvez, uma vontade enorme de seus interlocutores em mantê-los distantes.

 

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REESCREVENDO A HISTÓRIA (Jesus homem – Parte 4)

novembro 16, 2008

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Fazendo-se uma análise das referências a Jesus, através dos Evangelhos, vê-se que seus escritores mostraram mais suas qualidades negativas do que positivas.

Por falta de um estudo mais aprofundado do que ali se encontra exarado taxativamente, quando o clero era composto, na sua quase totalidade, de membros incultos e iletrados, foi fácil, anos depois, no Concílio de Nicéia, fazer de Jesus um deus, já que era absolutamente impossível discutir o que fosse estabelecido em Concílios. Assim, Jesus-homem foi declarado homem-Deus, porém, cheio de atributos humanos, sem que houvesse um minucioso critério do que, futuramente, daria motivo a críticas irrespondíveis pelos estudiosos desvinculados das interpretações oficiais da igreja.

As religiões cristãs e suas centenas de seitas passam por esses relatos sem o menor desejo de examiná-los e interpretá-los racionalmente, distorcendo inescrupulosamente o que ali se encontra, fazendo dos seus adeptos um rebanho de cegos, surdos e mudos.

Vejamos o que dizem sobre Jesus, em algumas passagens dos Evangelhos:

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