Provas da Inexistência de Jesus

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Para entendermos algumas das provas da inexistência de Jesus, precisamos entender um pouco mais sobre a religião que professamos. Aceitarmos a existência de seres pré históricos, é algo muito natural para nós seres da atualidade, mas como cristão as pessoas não tem nenhuma dificuldade em aceitar que o mundo possui somente 6.000 anos. Muito simples ao ver o absurdo de outros povos acreditarem em vários Deuses, mas nenhum problema em acreditar que Jesus é o mesmo Deus, ou na trindade, e se você é católico, acreditar em santos.

Sentir-se insultado quando alguém não acredita na existência de seu Deus, mas naturalmente aceitável acreditar na inexistência de Deuses Hindus, e ainda ficar indignado quando os muçulmanos lançam bombas ou cometem terrorismo contra outros povos, mas aceitar normalmente Deus mandar seu povo ( hebreus ) exterminarem outros povos que não acreditam no mesmo Deus que eles. Acreditar que as crenças hindus ou gregas de Deuses dormindo com mulheres eram absurdamente imaginações, mas não ter nenhum problema em acreditar em uma mulher ser engravidada pelo espírito santo, onde daria origem a um Deus.

É nesse contexto que vamos procurar pela história provas ( não religiosas ) da existência de um ser que se tivesse existido ( pelo ao menos como dizem as escrituras ) com certeza teria um registro maior, ou algum, e não teria ficado somente na fé das pessoas, porque segundo os profetas da antiguidade sua vinda mudaria o mundo, o que me parece que não ocorreu, ao contrario em seu nome surgiram mais mortes e mais guerras.

Os escritores contemporâneos de sua época como Flávio Josefo, Justo de Tiberiades, Filon de Alexandria, Tácito, Suetônio e Plínio (o Jovem), segundo a igreja católica, teriam feito referências a Cristo em seus escritos, só que esses documentos quando submetidos pela ciência a exames grafotécnicos, apresentaram provas de que haviam sido adulterados, parcialmente alguns e totalmente outros, pela igreja.

Sem mencionar sobre os “escritos” de Flavio Josefo onde afirma que havia encontrado o “Cristo, o verdadeiro filho de Deus”, não ter relação em sua posição religiosa que morreu como Judeu ortodoxo, o que provavelmente teria mudado sua crença, porque alguém que conhece do judaísmo como eu não pode crer em algo do tipo.

Além disso, o nome Crestus, Cristo e Jesus eram nomes muito comuns tanto na Galiléia como na Judéia e não se sabe a quem eram feitas as referências. Filon de Alexandria, apesar de haver contribuído muito para a construção do cristianismo, nega a existência de Cristo. Escrevendo sobre Pôncio Pilatos e sobre sua atuação como Procurador da Judéia, não faz referência alguma ao suposto julgamento de Jesus. Fala dos essênios e de sua doutrina comunal sem mencionar para nada o nome de Cristo. Quando esteve em Roma para defender os judeus, Filon fez os relatos mais diversos de acontecimentos ocorridos na Palestina, não dando nenhum dado sobre o personagem Jesus. É importante lembrar que Filon foi um dos maiores intelectuais de seu tempo, que estava muito bem informado e que jamais omitiria uma vida tão curiosa e tão trágica como a de Jesus. E o silêncio de Filón não se refere apenas a Jesus, mas também aos apóstolos, a José e a Maria.

O cristianismo não passa de plágios e de uma montagem de filosofias, religiões, valores éticos e morais, mitos e preconceitos pirateados de outras culturas. Como se sabe antes do mito de Cristo já existiu centenas de outros supostos “redentores”, de outros “messias”, outros “enviados”… e quase todos anunciados e nascidos de virgens, milagreiros e humanitários que prometiam voltar para redimir o populacho de suas culpas, e de seus pecados. Até hoje, entre os mais famosos e com mais status podemos citar Buda, Vishnu, Krishna, Mitra, Horus, Adonis etc. Inclusive os preceitos e a moral usada pelo cristianismo e atribuída a Cristo, foram sugeridos e divulgados milhares de anos antes, por filósofos, charlatães e visionários. Exemplos:

  • “Não faças a outros o que não queres que a ti seja feito”, pode ser encontrado no budismo, no bramanismo e nos escritos de Confúcio seis mil anos antes.
  • “Perdoar aos inimigos”, já havia sido aconselhado por Pitágoras muito anos antes de Cristo.
  • “Fraternidade e igualdade” foram insistentemente preconizadas por Filón.
     “Tolerância e virtude”, bem como o humanismo, a castidade e o pudor foram sugeridos e recomendados por Platão.
  • Aristóteles já pregava os gregos com a idéia de que a “comunidade deve repousar no amor e na justiça”.
  • Sêneca aconselhava “o domínio das paixões bem como a insensibilidade à dor e aos prazeres”. Ao mesmo tempo em que pedia “indulgência para com os escravos, já que todos os homens eram iguais”. Os homens – segundo Sêneca e segundo Cristo – deviam amar-se uns aos outros etc. Todos esses clichês e chavões que os cristãos acreditam ser de seu mestre foram plagiados pelos inventores e gerentes da nova religião.
    Para concluir: os organizadores do cristianismo não fizeram mais que selecionar acrescentar e diagramar os pilares da nova e mais popular religião do planeta, religião que assaltaria o mundo e o tomaria de surpresa, prometendo-lhe exatamente o que a miséria e a imbecilidade generalizada de então precisava ouvir.

 

(fonte: Onde estão as provas da inexistência de Jesus/Confissões de um ex cristão )

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21 Respostas to “Provas da Inexistência de Jesus”

  1. Sergio Says:

    Que garantias temos se os demais tambem não são enviados de outros Deuses, pois a mensagem é a mesma.

  2. Daltam_m Says:

    Outros Deuses mas o que que é isso?

  3. kibom33 Says:

    O única garantia que temos é que não temos garantia de nada, até o momento o que temos de palpável é que não passa do fruto de imaginações.

  4. kibom33 Says:

    Quando vêem até mim alegando graças recebidas, procuro lembrar-las das graças recebidas por outras religiões, ex: a um evangélico, sobre uma pessoa ter recebida de N. Sra. Aparecida uma cura, dogma contrário a sua fé. No entanto são “graças” naturais, onde procuram sempre alegar influência de algum deus.

  5. fabio Says:

    kibom33,
    plagio sao usar palavras de um outro autor ,pelo menos cite a fonte

    http://ateus.net/artigos/historia/jesus_cristo_nunca_existiu.php

  6. kibom33 Says:

    Mais um parvo, justiceiro intelecto, como a origem da matéria é genérica, citei as origens principais no final do texto, o qual vc. não teve nem o trabalho em observar, fonte citamos quando a matéria é na integra. Fique triste não, seu Deus perdoa vc.

  7. agnostos5 Says:

    É compreensível falar de tal assunto desta maneira.
    Figura tudo como dissestes, caro autor, em seu próprio comentário. A certeza que temos é que não temos certeza de nada.
    Entretanto, não se faz bem dizer que tudo não passa de sofismas. Ademais, é antitético dizer que o que temos de PALPÁVEL é fruto de IMAGINAÇÃO.
    O Agnosticismo, como decerto sabes, baseia-se na incapacidade humana de ultrapassar esta linha limítrofe, logo tênue, que nos separa do “mundo sobrenatural”. Postulados sempre existem, de fato, mas negá-los, abominá-los ou até confirmá-los é um equívoco não raro entre nós homens enquanto entes.
    O erro de muitos é confundir esta linha filosófica, que, por sua vez, também foi criada por falhos homens, com o ateísmo, que busca com tudo e todos uns ou outros meios de negar de vez a existência de um ser superior.
    Figura mais paradoxal ainda uma postagem com título de “Prova da Inexistência…” editada e publicada em um “site filosófico agnóstico”.
    Meu fim não é a crítica negativista. É, sim, um conjunto de palavras que, se produzirem frutos, possam cair em uma saudável conversa, ainda que pela Rede. Afinal, foi desta forma que Hime, Huxley e seus amigos teóricos (certamente conheces todos eles) chegaram à conclusão mais próxima da intersecção entre seus modos de pensar.

  8. kibom33 Says:

    Pura filosofia, quando dissemos que é fruto da imaginação é porque nada foi provado, e não passa de crenças e mitos.

  9. Gabi Says:

    Olha afirmar ou negar a existencia de um ser transcendental é puramente nao levar em consideração que somos seres limitados e que parece que estamos convencidos ao fazermos determindas afirmaçoes de que isto ou aquilo é verdade, mas nao percebemos seja por falta de atenção ou ate mesmo pelo nosso costume em nao ter um pouco mais de radicalidade ao afirmamos algo, é que vemos apenas as aparencias das coisas e pensamos ser tudo real..bobagem.

  10. kibom33 Says:

    Exatamente por sermos limitados buscamos explicações no inexistente.
    Quanto a um ser transcendental pura crendice sobre alguém que não disse nada de excepcional, ou melhor, disse um monte de besteira, como o sal estragar, ouro enferrujar, e que o grão de mostarda é a menor semente do mundo.Pense em alguém como Jesus, o que ele disse exatamente que podemos afirmar, ah! esse é o filho do homem?

  11. Ornellas Says:

    As ‘provas’ indicadas acima não provam absolutamente nada.
    É evidente que alguns princípios ensinados por Jesus já eram conhecidos, sendo que ele mesmo citava fontes anteriores. Mas ele os colocava de maneira diferenciada, ampliando e validando o ensino com seu próprio exemplo. Ademais, os princípios citados como exemplos pelo precipitado opositor de Jesus não foram copiados dos sábios a quem são atribuídos; eles já estavam presentes nas Escrituras Sagradas muito antes de serem expressos por eles.
    Quanto ao primeiro exemplo, note o seguinte:
    Nos Analectos, um dos Quatro Livros de Confúcio, encontramos a declaração: “Não faças aos outros o que não queres que os outros façam a ti.” Jesus disse: “Faças aos outros o que queres que te façam.”
    Pode ser que Jesus pensasse nesse ensino, mas indicou uma atitude bem diferente. Confúcio disse: “Não faças”(passivo), Jesus disse: “Faças”(ativo). Relações calorosas, agradáveis e amigáveis resultam apenas de a pessoa tomar a iniciativa em ‘fazer aos outros’ o que é bom, não em apenas refrear-se de fazer o que é mau.
    Assim como esse argumento todos os demais que tentam desacreditar Jesus como sendo o Filho de Deus caem por terra, mediante um escrutínio mais apurado e imparcial.

  12. dina Says:

    Qual é objetivo desta pagina?
    E simplismente uma falta total de conhecimento da palavra de Deus, A biblia, e é exatamente por isso que se escrevem tantas bobagens em uma unica página.
    Antes de escrever sobre algo é preciso conhecer sobre o que se escreve.
    Fica aqui a minha indignação.

  13. kibom33 Says:

    Sua indignação realmente ficou por aqui, no entanto não deu nenhum argumento consistente.

  14. Mithy Says:

    Quero saber, cadê as provas??
    Prova escrita por uma pessoa que ao menos conheço??
    Onde estão os documentos?
    Nenhuma explicação de alguém que não sabe a diferença entre rédeas e fé pode mudar a minha FÉ!!!

  15. kibom33 Says:

    Se o que esta nos post não é o suficiente a vc. sinto muito continue sendo um cego guiado por uma bengala

  16. Ricardo Says:

    Acho impressionante a maneira com que o cristianismo foi planejado. Acham que é coincidência o nome do suposto messias ter sido ” Jesus Cristo”? Em virtude de ter sido um nome tão comum, ficaria difícil “localizar” alguém com um nome tão comum. Apesar de o cristianismo ser uma farsa completa, temos que admitir que foi uma jogada de mestre!

  17. kibom33 Says:

    Alem de ser uma jogada de marketing

  18. clif Says:

    O homem na realidade não precisa de provas para acreditar em Deus (deuses) divindades ou para não acreditar em nada.
    simplesmente acredita ou não!
    Entendo eu em minha ignorância que ninguém poderá provar que Deus deuses e divindades existam e da mesma forma provar o contrario ou seja que eles existam!
    uns tem fé que existe e fazem de tudo para provar sua fé
    outros tem fé que não existe e fazem o mesmo.
    E ai?

  19. Demerval Mendes Ferreira Says:

    Amigos, venho estudando à partir de meu próprio existir (hoje com 57 anos) os fundamentos que me justificam na realidade e ainda não tenho palavras pra me explicar que justifiquem no antes e no depois desse estar. Por isso venho estudando bastante a espiritualidade na ótica filosófica, tendo já conhecido os raciocinios de muitas religiões existentes. Posso afirmar que o mesmo Logos filoniano que inspirou o cristianismo seja o Tao do taoismo ou o mesmo que promove nirvana budista. Entretanto o sagrado ainda é indemonstrável por via de certidões de nascimento carimbadas, etc… -Portanto deixo ao nobre irmão filosofo como eu a sugestão apenas do respeito ao direito ético que cada um de nós tem de pensar e acreditar que existe pra um fim justificável, mesmo que se o não conheçamos ainda…
    -Shalom Adonai!!!

  20. Mm Says:

    Acreditem ou não em Jesus Cristo ele mudou minha vida tudo é pela fé sejam em quem for mais foi o nome de Jesus que me transformou e suas palavras

  21. Mr Satan Says:

    Parabéns Idiota você acabou de resfutar mais de 2000 anos de história vá e conte ao mundo lá fora,ateuloide com raivinha de Jesus.PANACA.

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