QUAIS SUAS CONCLUSÕES?
Novembro 25, 2008 por ivancarlosJesus Cristo: um personagem real ou imaginário? (Final)
Novembro 24, 2008 por kibom33
Durante alguns anos eu pensava que as pequenas diferenças existentes nas passagens comuns dos quatro evangelhos diminuíam sua credibilidade. Com o decorrer da minha análise, compreendi que essas diferenças também eram importantes para atestar a existência de Cristo. Compreendi que as suas biografias não procuravam ser cópias umas das outras. Eram resultado da investigação de diferentes autores em diferentes épocas sobre alguém que possuía uma história real.
Todos os evangelhos relatam Pedro negando Cristo. Porém, quando Pedro o negou pela terceira vez, somente Lucas em seu evangelho comenta que Jesus, naquele momento, voltou-se para Pedro e o olhou fixamente (Lucas 22:61). As diferenças de relatos nos quatros evangelhos, ao contrário do que muitos podem pensar, não depõem contra a história de Cristo, mas sustentam a sua credibilidade. Vejamos:
Lucas era médico e, como tal, aprendeu a investigar os fatos detalhadamente. Tinha um “olho clínico” acurado, devia detectar fatos que ninguém observava ou valorizava.
Jesus Cristo: um personagem real ou imaginário? (Parte 3)
Novembro 24, 2008 por kibom33
Cristo não se comportava nem como herói nem como anti-herói. Sua inteligência era ímpar. Seus comportamentos fugiam aos padrões do intelecto humano. Quando todos esperavam que falasse, ele silenciava. Quando todos esperavam que tirasse proveito dos atos sobrenaturais que praticava, pedia às pessoas ajudadas por ele que não contassem a ninguém o que havia feito. Evitava qualquer tipo de ostentação. Que autor poderia imaginar um personagem tão intrigante como esse?
O mundo dobrou-se aos seus pés, não pela inteligência dos autores dos quatros evangelhos, pois neles não se percebe a intenção de produzir um texto com grande estilo literário. O mundo o reverenciou porque seus pensamentos e atitudes eram tão eloqüentes que falavam por si mesmos, não precisavam de arranjos literários por parte dos seus biógrafos.
O que chama atenção nas biografias de Cristo são seus comportamentos incomuns, seus gestos que extrapolam os conceitos, sua capacidade de considerar a dor de cada ser humano mesmo diante da sua própria dor. As reações de Cristo realmente contrapõem-se aos nossos conceitos. Vejamos sua entrada triunfal em Jerusalém.
Um mes de sucesso!
Novembro 23, 2008 por kibom33Hoje Pensamento Lógico esta fazendo um mês que esta no ar, nesse período recebemos até o momento 1918 visitas, 288 comentários, com 53 matérias nas áreas de ciência, ambientalismo, agnosticismo, e filosofia.
Obrigado a todos que nos visitaram, e a toda equipe de mantenedores os quais proporcionaram matérias que qualidade cultural, e filosófica tendo como principal compromisso com a verdade de suas consciências.
Pelo pouco tempo de vida deste produto, acreditamos que atingimos números importantes além do que imaginávamos, onde tudo isso não seria possivel sem a ajuda principal do Ivan, pesquisador e conhecedor de vários assuntos, dentre eles da historicidade bíblica.
Jesus Cristo: um personagem real ou imaginário? (Parte 2)
Novembro 22, 2008 por kibom33Se estudarmos as intenções conscientes e inconscientes dos autores dos evangelhos, constataremos que eles não tinham a intenção de fundar uma filosofia de vida, de promover um herói político, de construir um líder religioso, nem de criar um homem diante do qual o mundo deveria se curvar. Eles queriam apenas descrever uma pessoa incomum que mudou completamente suas vidas. Queriam registrar fatos, mesmos que incompreensíveis e estranhos aos leitores, que seu mestre viveu, seus discursos e pensamentos. Se nos aprofundamos nos meandros dos pensamentos descritos nos evangelhos, constataremos que há diversos fatores que evidenciam que Cristo tinha uma personalidade inusitada, distinta, ímpar, imprevisível.
Jesus Cristo: um personagem real ou imaginário? (Parte 1)
Novembro 22, 2008 por kibom33
O sr. Kleber Ramirez é nosso conhecido já algum tempo, merece todo nosso respeito pela pessoa que tem demonstrado ser. Nos pediu um espaço para postar matérias alusivas ao mundo evangélico as quais abrimos esse espaço a ele.
A matéria foi transcrita na integra, portanto a equipe de Pensamento Lógico se isenta de qualquer concordância, ou palavras utilizadas.
Jesus tem quatro biografias que são chamadas de evangelhos: O de Mateus, o de Marcos, o de Lucas e o de João. Marcos e Lucas não pertenciam ao grupo dos 12 discípulos. Eles escreveram baseados num processo de investigação de pessoas que conviveram intimamente com Cristo. Essas biografias não são biografias no sentido clássico, como as que conhecemos hoje. Porém, como os evangelhos retratam a história de Jesus, podemos dizer que representam a sua biografia.
Aqueles que se dizem ateus têm como assuntos preferidos Deus ou a negação de Sua existência. Todo ser humano, não importa quem seja, ateu ou não, gosta de incluir Deus na pauta das suas mais importantes idéias. A maioria dos ateus realmente não acredita em Deus? Não. A maioria dos ateus fundamenta seu ateísmo não em um corpo de idéias profundas sobre a existência ou não de Deus, mas como resultado da indignação contra injustiça, incoerências e discriminações sociopolíticas cometidas pela religiosidade reinante em determinada época.
Quando todos pensavam que Voltaire, o afiado pensador do Iluminismo francês, era ateu, ele proclamava no final de sua vida: “Morro adorando a Deus, amando os meus amigos, não detestando meus inimigos, mas detestando a superstição”. A maioria dos ateus pratica um ateísmo social, um “socioateísmo” alicerçado na anti-religiosidade, e não numa produção de conhecimento inteligente, descontaminada de distorções intelectuais, de paixões e tendenciosidades psicossociais sobre a existência ou não de Deus.
Existem mais de 5.000 manuscristos do Novo Testamento, o que torna o mais bem-documentado dos escritos antigos. Muitas cópias foram feitas numa data próxima dos originais. Há aproximadamente 75 fragmentos datados desde 135 d.C. até o século VIII. Todos esses dados, acrescidos do trabalho intelectual produzido pelos estudiosos da paleografia, arqueologia e crítica textual, nos asseguram que possuímos um texto fidedigno do Novo Testamento que contém as quatro biografias de Cristo, os quatro evangelhos. Os fundamentos arqueológicos e paleográficos podem ser úteis para nos dar um texto fidedigno, mas não analisam o próprio texto; logo são insuficientes para resolver a dúvida se Jesus foi real ou fruto da criatividade intelectual humana. São restritos para fornecer dados para uma análise psicológica ampla sobre os pensamentos de Cristo e sobre as intenções dos autores originais dos evangelhos. Para analisar esses textos, é necessário imergir no próprio texto e interpretá-lo de forma multifocal e isenta, tanto quanto possível, de paixões e tendências. Após fazer uma investigação, por diversos livros e arquivos existentes, o resultado poderiam me conduzir a três caminhos: 1 – Permanecer na dúvida;
2 – Convencer-me de que Jesus Cristo foi um fruto mais espetacular da imaginação humana, ou;
3 – De que realmente ele existiu, de que foi de fato uma pessoa real que andou e respirou na Terra.
Um abraço.
Vem mais por aí em: Jesus Cristo: um personagem real ou imaginário? (Parte 2)
Kleber Ramírez

