
Minha mãe já dizia “por fora bela viola, por dentro pão bolorento”, sem querer ofender os amigos da terra do “tio sam“, é desta forma que os E.U.A. se apresenta para o mundo. Um pais dotado de valores patriarcais, e arrogância em potencial. No período de sua existência como nação, é o pais que tem o maior número de presidentes assassinados, possui ainda um dos maiores índices de racismo no mundo, e sentem-se xerifes da causa.
É ainda dos poucos países que possui a pena de morte (em alguns estados), um sistema de eleição questionável, elegeu um presidente, (que ele não venha me bombardear) “burro”, e projeta-se para um grande índice de desemprego, resultado de seu capitalismo, que esta começando a ruir.
Medidas poderão surgir, e a curto prazo surtir efeitos, o que não garante uma sustentabilidade duradoura, somente é sólida uma politica quando agregado aos valores humanitários.
Em 1962 quase provocou uma guerra nuclear com a crise dos misseis em Cuba, onde a maioria desconhece que era uma retaliação dos soviéticos contra a mesma estratégia utilizada pelos americanos na Turquia.
Provocou recentemente uma das maiores crises financeiras mundiais, e não teve competência nem atitude para procurar resolver a situação, deixando os demais países com as conseqüências.
Quando um candidato à presidência negro procura ser legitimado pelo voto, pelo partido democrata, menos fundamentalista que os republicanos, começa surgir algumas insurreições.
O que leva dois jovens a proferir ameaças de morte contra Barack Obama, no âmbito de um projeto de massacre racista. De acordo com os autos, os jovens, tencionavam matar 102 negros, tinham por objetivo último tentar “assassinar o candidato presidencial Brarack Obama“, que poderá ser o primeiro negro a dirigir os Estados Unidos.
Como nação os E.U.A. ainda não conseguiu entender o que ocorreu ao longo da história com a maioria das potências, onde aquelas que não foram conquistadas, ruíram de dentro para fora, seu grande oponente foi ela mesmo.
Com a agilidade do processo global, um pais para deixar de existir como potência, leva apenas alguns anos, o que levaria no passado séculos, ninguém, nenhum pais é tão soberano que não precise da humildade para entender o que é liberdade.
E que sua liberdade seja igualmente exercida pelos demais, que a ambição seja limitada para não possuir o que não lhe é de direito, e o entendimento seja independente da raça, da crença e do poder.