
Tomado essa semana por cenas absurdas em caminhos totalmente opostos como a posse de Obama e o infeliz desabamento da igreja renascer em “alguém”, minha idade já não permite alguns absurdos.
E para tirar ainda mais meu sossego seria comico se não fosse trágico, ouço a declaração de seu presidente, a que se diga confinado para não dizer preso nos E.U.A. por levar o sagrado dinheirinho do dízimo dos coitados nos bolsos ou nas cuecas, vem dizer algo que ao meu ouvido soa como foi a “vontade de deus”.
Posso, e sei que a cada dia estou mais intolerante, mas não rabugento, com as religiões muito mais, talvez seja o controle do emocional que muitos buscam na fé, e isso para mim já chega a beira da insanidade. Se o mundo com todas as suas religiões, e cada um acreditando ser a mais correta, não consegue explicar as mazelas da vida, quem dirá um reles mortal como eu, mas acreditar que pessoas orando por seu deus, dedicando tudo que tem em busca de algo, sejam soterrados em nome desse deus, já é demais.
Bem mas o nosso tema é sobre escatologia, e o que tem a ver com tudo isso? Tem tudo a ver.
É acreditar em um livro que não diz nada com nada, onde sua interpretação no futuro precisa buscar na escatologia que nada mais é que a origem de duas palavras gregas (éschatos = último” e logos = “estudo”). Portanto, teologicamente a tradução da palavra “escato” seria algo como: o estudo das últimas coisas, ou o estudo dos últimos acontecimentos.



